Atuação de secretário durante período eleitoral recebe crítica em Plenário

Em 30/08/2016
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REPASSE - Deputado faz cobranças ao Governo. Foto: João Bita

REPASSE – Deputado faz cobranças ao Governo. Foto: João Bita

Na Reunião Plenária dessa terça, Álvaro Porto, do PSD, voltou a criticar a atuação de alguns secretários estaduais durante o período eleitoral. Dessa vez, o parlamentar acusou o representante da Casa Civil, Antonio Figueira, de quebrar a promessa do governador Paulo Câmara de se manter neutro nos municípios com mais de uma candidatura da base aliada. De acordo com Álvaro Porto, um repasse acordado em junho deste ano entre o Governo do Estado e o município de Lajedo, no Agreste Meridional, para a construção do matadouro local, ainda não teria sido efetuado deliberadamente pelo secretário:

 “O mais grave de tudo isso é que acontece, e sem o Governo se manifestar. A impressão que fica é que existe uma escala de importância de aliados, e que a defesa da imparcialidade feita pelo governador vale muito pouco em alguns gabinetes.”

Lucas Ramos, do PSB, homenageou o empresário e ex-prefeito de Petrolina, Diniz Cavalcanti. Natural de Cabrobó, “Seu Diniz”, como é conhecido, recebeu, nessa quarta, aos 90 anos, o título de cidadão petrolinense na Câmara de Vereadores do município. Lucas Ramos destacou que o político dedicou a vida às causas populares, e deixou sua marca no desenvolvimento da região do Vale do São Francisco:

“Essa Petrolina que conhecemos hoje, mais madura, mais próxima, tem o seu arcabouço à mão o trabalho de Diniz Cavalcanti, que continua acompanhando de perto os rumos que a cidade tem trilhado. Com a sua personalidade tranquila, cumpridor dos seus deveres, Seu Diniz é um exemplo para todos nós.”

Na mesma reunião, os parlamentares aprovaram, por unanimidade, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2017, a LDO. O documento traz as prioridades e metas fiscais do Estado, que orientam a elaboração da Lei Orçamentária Anual, a LOA. O texto aprovado recebeu três emendas da Comissão de Finanças. A proposta segue agora para sanção do governador Paulo Câmara.