
OPINIÃO – “A atuação dessas organizações tem sido uma ferramenta que ajuda muito na diminuição da violência no Brasil.” Foto: Roberto Soares
A fiscalização do trabalho das comunidades terapêuticas deve ser associada a medidas que ajudem na atuação dessas entidades, propôs o Pastor Cleiton Collins (PP), no Pequeno Expediente da Reunião Plenária desta quarta (20). O parlamentar voltou a defender que seja criado um “selo de qualidade” para essas instituições de acolhimento.
“O selo poderia ser acompanhado por uma força-tarefa do Ministério Público e de outros órgãos”, sugeriu. Collins considerou, porém, que fechar entidades que apresentem problemas seria contraproducente. “Sabemos que existem comunidades sem controle e despreparadas, mas nem todo o mundo pode pagar pelos pecados dos outros. Precisamos também ajudar esses espaços a fazer seu trabalho de acolhimento”, avaliou.
Pastor Cleiton Collins também voltou a lembrar os 50 anos de atividade das comunidades terapêuticas no Brasil. O deputado frisou que as entidades estão trabalhando com o Ministério da Cidadania na política de combate ao uso de drogas. “A atuação dessas organizações tem sido uma ferramenta que ajuda muito na diminuição da violência no Brasil”, declarou.
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