
PRESENÇA – Presidente da Alepe, deputado Eriberto Medeiros compôs a mesa de autoridades, representando o Poder Legislativo pernambucano na cerimônia, no Teatro de Santa Isabel. Foto: Alepe
Homenagear pessoas físicas e/ou jurídicas que tenham se destacado em relevantes serviços prestados à causa da Justiça no Estado. Esse é o objetivo da Medalha do Mérito Judiciário Desembargador Joaquim Nunes Machado, a mais alta condecoração instituída pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). A comenda foi entregue nesta segunda (13), em solenidade realizada no Teatro de Santa Isabel, no Recife. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eriberto Medeiros (PP), participou do evento e ressaltou a importância da harmonia e independência entre os três Poderes.
“É muito gratificante estar aqui representando o Legislativo e seus deputados. Em Pernambuco, os Poderes são independentes, mas muito harmônicos, e hoje tivemos o prazer de comparecer à cerimônia de entrega da Medalha do Mérito Judiciário, que é uma representação desse Poder”, observou Medeiros, fazendo um paralelo com a Medalha Joaquim Nabuco, umas das mais importantes concedidas pela Alepe.
Esta é a 14ª vez que o TJPE se reúne em Sessão Especial para realização da homenagem. A Medalha do Mérito Judiciário foi entregue para 20 agraciados, entre desembargadores, juízes, advogados, integrantes do Ministério Público, além de outros profissionais. O ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso também estava na lista dos condecorados, mas não pôde comparecer ao evento. Ainda na solenidade, cerca de 40 servidores do Tribunal de Justiça foram homenageados com Diploma de Honra ao Mérito, pelos bons serviços prestados à instituição.
Joaquim Nunes Machado – O patrono que dá nome à medalha é uma das figuras mais marcantes para o Judiciário pernambucano. Nascido no dia 16 de agosto de 1809, em Goiana, na Mata Norte, o desembargador foi um dos chefes da Revolução Praieira (1848-1850). Magistrado, líder político, defensor de lutas libertárias, Machado se identificava com as causas populares e tornou-se mártir do idealismo da liberdade. Ele faleceu no Recife em 2 de fevereiro de 1849.
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