Aulas mostram Casa a estudantes do Estado

Em 08/06/2002 - 00:00
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Aulas mostram Casa a estudantes do Estado As Aulas de Cidadania firmaram-se, definitivamente, entre as iniciativas mais oportunas da Assembléia Legislativa, por proporcionar, a alunos do Interior, conhecimento detalhado do funcionamento desta Casa, inclusive com o acompanhando de uma Sessão Plenária.

Na quarta-feira, dia 4, o deputado Carlos Lapa (PSB) recebeu a visita de dois colégios municipais de Carpina, cidade localizada a 54kms da Capital: Colégio Ernesto de Paula, do Bairro da Senzala (1.000 alunos), e Maria Anunciada, do Bairro Novo (1.200 alunos). Acompanhados pela diretora Giovane Nery, 50 estudantes ouviram atentamente as explicações da equipe do Cerimonial da Alepe sobre o prédio-sede e o funcionamento da Casa Joaquim Nabuco.

Em seguida, o deputado Carlos Lapa conversou com os alunos, reportando-se ao trabalho do parlamentar, seus compromissos com as regiões que representa, ressaltando ser o Parlamento “a essência do Poder, força popular no regime democrático”. Ele alertou a juventude para valorizar o voto, lembrando que o deputado, com bom ou mau desempenho, somente chegará à Assembléia mediante escolha e decisão do eleitor.

“Por isso, cabe ao eleitor analisar, pensar, escolher e decidir a qual candidato confiará seu voto. O eleito terá de prestar contas para merecer sufrágios noutros pleitos, ficando com a responsabilidade de, efetivamente, defender os interesse da comunidade. Devidamente fiscalizado, será julgado a cada quatro anos, podendo reeleger-se ou simplesmente resumir-se a um singelo mandato”, apontou.

Lapa aproveitou a oportunidade de falar aos jovens para responder a inúmeras questões, colocando, claramente, “a força do poder econômico, sempre tentando influir nos resultados eleitorais para impor seus candidatos”. “Precisamente aqueles descompromissados, que se deixam seduzir pelos recursos financeiros dos poderosos, mas aqui não representam, de modo algum, os interesses da comunidade. Sendo assim, o voto é arma muito forte, quando decidido conscientemente. Em suma: o voto não deve ser concedido para atender a pedidos de cabos eleitorais, mas deve ser fator decisivo na qualificação de uma Assembléia Legislativa. Afinal, o voto é arma mais forte que um canhão”, finalizou o socialista.