Efetivo da PM na Assembléia faz curso

Em 15/06/2002 - 00:00
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Efetivo da PM na Assembléia faz curso Desde o mês passado, a Assistência Policial Militar da Assembléia Legislativa iniciou curso interno para todo o efetivo, repassando os conhecimentos adquiridos por oficiais, em Curitiba, envolvendo Proteção a Autoridades e Testemunhas, com Direção Tática Defensiva, Ofensiva e Anti-seqüestro.

Com o apoio da Escola do Legislativo, o curso, segundo o assistente-chefe, tenente-coronel Artur Ferraz, tem a finalidade de melhorar o preparo técnico do efetivo para desempenho da função de segurança pessoal. “Procuramos otimizar sua aplicação na execuções das missões inerentes à Assistência Militar junto aos parlamentares pernambucanos”, esclarece.

O curso é dividido em três módulos, com 38 horas-aula (teóricas e práticas), abrangendo Escoltas (a pé e motorizadas), Direção Tática, Tiro e Armamento, Socorros de Urgência e Fundamentos Legais para Emprego de Arma de Fogo.

O tenente-coronel Artur Ferraz, os capitães Paulo Figueiredo, Ricardo Barbosa, Demétrio José Soares e o tenente Nelson Edson Júnior trouxeram a experiência vivida em Curitiba, onde freqüentaram aulas práticas e teóricas sobre ações de prevenção e segurança.

A Assistência Policial Militar da Assembléia Legislativa foi criada em julho de 1992, pela Lei 10.796, subordinada diretamente ao presidente da Casa.

Anteriormente, existia a função de Assistente Policial Militar, que era exercida por oficial superior da PMPE. Em breve, passará a contar com o seu Regimento Interno, contendo normas gerais de ação.

O quadro da Assistência Militar é composto por 73 militares, dos quais 72 são PMs e um oficial Bombeiro, cedidos pela Polícia Militar por período renovável.

Dentre esses, uma tenente, duas sargentos e oito soldadas. A função desempenhada pelos policiais à disposição da Alepe é considerada de natureza militar. Entre as missões desempenhadas, estão o hasteamento da Bandeira Nacional, deslocamento de PMs, segurança externa e interna. Além disso, presta serviço de proteção às autoridades ou testemunhas que participam das CPIs e reforça a segurança de parlamentares quando se deslocam a locais perigosos no Estado.