João Batista Matos é o novo cidadão pernambucano

Em 18/06/2002 - 00:00
-A A+

João Batista Matos é o novo cidadão pernambucano Em sessão solene realizada ontem à noite e presidida pela deputada Teresa Duere, o administrador de empresas João Batista Matos, mineiro de Eugenópolis, recebeu a cidadania pernambucana, proposta pelo deputado Sebastião Rufino (PFL).

Ao abrir os trabalhos, Romário Dias saudou o mineiro, e agora pernambucano, João Batista de Matos, há 29 anos, residindo nesta Capital que, durante 29 anos dirigiu o IBOPE (Instituto de Opinião Pública e Estatística).

Transferindo-se do Rio de Janeiro, Matos integrou-se ao Recife, aqui fixando-se, onde tem marcante atuação na área de pesquisas junto à população.

Além de larga experiência em organizações de porte, como IPESP e Arconsult.

Autor da proposta, o deputado Sebastião Rufino louvou as pessoas que vêm de outras regiões, fixando raízes nesta cidade, “construindo, a partir daí, a história de suas vidas, com sabor pernambucano”.

Em referência à João Batista de Matos, relembrou sua transferência para terras recifenses, quando assumiu a primeira filial do IBOPE, gerenciando do Amazonas a Bahia. “Matos havia deixado esse instituto, mas, em 1991, foi reconvocado, ali permanecendo até recentemente, imprimindo a marca indelével de caráter exemplar e de comprovada eficiência administrativa, associada ao respeito que todo profissional deve ter a carreira que abraça. Por isso, conquistou considerável números de amigos”, destacou Rufino.

Agradecendo a decisão unânime dos parlamentares que lhe conferiram o título de Cidadão de Pernambuco, João Batista Matos relembrou com emoção sua chegada a Pernambuco: “Há três décadas adotei este Estado e essa fase tem sido os melhores anos de minha vida. Aqui constituí família, criei meus filhos e, agora, a Assembléia Legislativa concede-me a alegria de ser pernambucano.

Eis-me rodeado de amigos que, aqui, vieram partilhar a minha felicidade”.

Mineiramente, concluiu: “A partir de hoje minha alegria se completa e, sem negar minha origem, posso dizer é trem arretado de bão, sô!”