O retorno de parte dos servidores do Poder Executivo que estavam à disposição da Assembléia Legislativa, depois do entendimento com a Mesa Diretora, foi saudado ontem, pelo deputado Sebastião Rufino (PFL). “Gostaria de me congratular com os funcionários que voltaram, muitos técnicos com até 20 anos de experiência, que serviram a esta Casa com competência e dedicação”, afirmou Rufino, lembrando o nome do médico Aldo Mota, ex-diretor do Departamento de Saúde.
Rufino observou que o presidente Romário Dias (PFL) e o primeiro-secretário João Negromonte (PMDB) tiveram atuação destacada nas negociações para garantir a volta dos servidores. Afirmou que conheceu muitos deles quando foi primeiro-secretário e citou outros nomes, como Maurílio Rodrigues, Sandra Maria Bezerra, Marcos Souto e Cynthia Barreto.
Em aparte, o presidente da Comissão de Saúde, Sebastião Oliveira Júnior (PFL), disse que só iria falar do Departamento de Saúde quando concluísse o projeto que pretende sugerir mudanças no setor. Ele, no entanto, concordou com as saudações aos médicos e funcionários. “Gostaria de contar com a ajuda de todos os deputados para que o Departamento de Saúde seja reestruturado, não se desvirtue e atenda adequadamente aos servidores desta Casa”, antecipou o parlamentar, lamentando que a direção do setor nunca foi ocupada por um funcionário concursado da Alepe.
Rufino ressaltou que o Departamento de Saúde presta grandes serviços, deve atender os funcionários e, também, todos que lhe o procuram. “Falo de cátedra do assunto porque, quando secretário, trabalhava até 22h e, naquela época, realizamos o concurso”, disse Rufino. O primeiro vice-presidente, Fernando Lupa (PSDB), afirmou que a Mesa tem pautado suas ações valorizando os servidores da Casa e que há concursados ocupando cargos de diretoria. “Houve uma mudança forte em função da reforma administrativa, pois tínhamos quase 500 servidores à disposição, e esse número foi reduzido para pouco mais de 30”, disse Lupa.
Os deputados Roberto Liberato (PFL) e Ana Cavalcanti (PPB) também destacaram o retorno dos servidores do Executivo. Rufino completou, defendendo que deve haver “a mescla entre concursados e comissionados”. “Quando fui secretário, o diretor-geral era da Casa e o meu assessor na Comissão de Finanças, atualmente, é um concursado”, concluiu Rufino.
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