O Dia Mundial da Saúde também foi destacado pelo deputado Sebastião Oliveira Júnior (PFL). Ele fez uma reflexão sobre a realidade da saúde no Brasil.
“Apesar da melhoria da qualidade de vida do brasileiro, especialmente nas últimas duas décadas, o País enfrenta sérios problemas, como as doenças transmissíveis e a falta de saneamento básico”, observou.
Exemplificando os avanços na saúde do Estado, “como um todo”, Oliveira Júnior citou as conquistas do município de Camaragibe, em que, por suas ações na área da saúde, particularmente, já recebeu até prêmio internacional da ONU. “Apesar das diferenças políticas, temos que parabenizar o trabalho realizado pela prefeitura”, reconheceu.
O parlamentar fez, também, um breve histórico da saúde no País, afirmando que ela poderia ser pior, caso não fosse a década de 90, “onde se verificou um avanço”.”Os anos 80 ficaram conhecidos como a década perdida da saúde, em razão das poucas conquistas na área. Para se ter uma idéia, a taxa de mortalidade chegou a 48 óbitos por mil habitantes. Nos anos 90, caiu para 26″, afirmou o pefelista.
Para Sebastião Júnior, o Sistema Único de Saúde (SUS), “mesmo com suas deficiências, é um programa importante para a sociedade brasileira, porque existe a participação popular nas Conferências Nacionais de Saúde”. Ele ressaltou que essas conferências, realizadas periodicamente, são “palcos para as decisões dos rumos e das ações que serão executadas no SUS”.
Continuando sua análise dos principais problemas enfrentados pelo País, na área de saúde, o parlamentar destacou, principalmente, a proliferação da dengue e o crescimento da Aids. Em nível mundial, Sebastião Júnior afirmou que os maiores desafios para a humanidade são os seguintes: o colapso no atendimento de saúde no Iraque, onde faltam leitos e medicamentos, “ocasionado por uma guerra estúpida e inescrupulosa”; as precárias condições de saúde no continente africano, que afeta as demais regiões do mundo; e a pneumonia asiática, que está se espalhando pelo mundo.
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