O deputado José Queiroz (PDT) questionou uma nota no Diário Oficial de ontem, que dá mais atribuições para a Vice-Governadoria. “Na medida em que se aumentam as responsabilidades, crescem as despesas, podendo prejudicar a reforma administrativa do Estado”, observa. O Governo rebateu a acusação, através do deputado Augusto Coutinho (PFL), afirmando que “as novas atribuições da Vice-Governadoria não aumentarão os custos dessa administração”.
Segundo José Queiroz, o gabinete da Vice-Governadoria terá novas ações, como: promover a integração da repartição com as Secretarias do Estado e entidades da administração indireta; dispor sobre a modernização, desestatização, reestruturação organizacional e controle dos órgãos da administração direta e indireta do Governo.
O deputado Augusto Coutinho respondeu, dizendo que, com a nova reformulação, o atual Governo “diminuiu, em sua gestão, de 98 para 88 os cargos de confiança da administração do ex-governador e atual deputado federal (PSB) Miguel Arraes”.
“As críticas do deputado José Queiroz não têm fundamento. Apesar de sua brilhante atuação como parlamentar, o deputado quer fazer oposição ao Governo a todo custo”, completa.
Para Queiroz essa medida transformará a repartição num poder, ou seja, numa espécie de minigovernadoria. “Não é o caso de se fazer uma reforma política?”, indaga o deputado oposicionista.
A nova estrutura básica da Vice-Governadoria, que consta no DO, passará a ser a seguinte: Chefia de Gabinete; Consultoria Técnica; Gerências Geral de Comunicação e de Relações Institucionais; Superintendências de Articulação e Gestão; Gerências de Desenvolvimento Comunitário e de Apoio Técnico; Assessoria Especial; Chefias de Apoios Institucional, Organizacional e Documental; Secretaria de Gabinete; Serviços Auxiliares; e Comissão Permanente de Licitação.
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