Aglailson pede Lafepe, Fome Zero, Dere e mais água para Vitória

Em 21/02/2003 - 00:00
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A preocupação em solicitar benefícios para Vitória de Santo Antão marcou a atuação do deputado Aglailson Júnior (PSB) na primeira semana dos trabalhos legislativos. A instalação de uma farmácia do Lafepe no município foi defendida, ontem, pelo parlamentar, que é o segundo vice-presidente da Assembléia Legislativa. O socialista lembrou os benefícios que a unidade pode trazer para a população carente da cidade, pois oferece medicamentos de reconhecida eficácia e qualidade, a baixos preços. “O Lafepe é considerado o segundo maior laboratório público do Brasil, fabricando medicamentos convencionais e, mais recentemente, os genéricos, que precisam ficar à disposição dos vitorienses, por isso dirijo este apelo ao governador Jarbas Vasconcelos e ao secretário de Saúde, Guilherme Robalinho”, disse.

Aglailson Júnior fez outros três apelos ao Governo referentes ao município de Vitória durante pronunciamento na quarta-feira. Ele solicitou melhoramento do sistema de abastecimento d’água, inclusão da cidade no Programa Fome Zero e a permanência da Dere da Mata Norte no município. Além disso, o parlamentar registrou a solicitação que fez ao diretor-geral do DER, Teógenes Leitão, de que sejam implantadas lombadas ao longo do trecho da BR-232 que corta a cidade, devido ao grande número de acidentes que vem ocorrendo no local.

Aglailson disse que o sistema de abastecimento de Vitória está entrando em colapso, enquanto as obras da Barragem de Águas Claras estão paralisadas. “Não podemos aceitar que uma cidade do porte de Vitória seja atendida pelo programa de abastecimento emergencial, através de carros-pipa, prejudicando as possibilidades de investimentos trazidos pela duplicação da BR”, acrescentou.

Sobre a possível extinção da Dere da Mata Norte, localizada no município, o deputado destacou o fato de o órgão ser “um referencial regional pelo trabalho que lá é realizado”. Disse, ainda, que “o Governo não pode impor à comunidade escolar e aos servidores, não só de Vitória mas dos municípios vizinhos, que tenham de se deslocar ao município de Palmares, ou a outros igualmente distantes, para tratar de seus interesses na área de educação.”