
O presidente da Alepe, Guilherme Uchoa (PDT), assina contrato com a empresa Celi, que vai dar continuidade às obras do novo Plenário.
Foto: Roberto Soares
As obras do novo Plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco foram retomadas nesta segunda. Em uma solenidade realizada na Presidência da Casa, com a presença de parlamentares e servidores, a Mesa Diretora formalizou com a empresa Celi a assinatura do contrato e da ordem de serviço de conclusão do novo prédio, que vai levar o nome de Miguel Arraes de Alencar. Além de um novo Plenário com capacidade para até 70 deputados e 330 lugares nas galerias, o edifício vai abrigar três plenarinhos, auditório, três salas de reuniões, sala de imprensa e estacionamento.
O presidente da Alepe, deputado Guilherme Uchoa, do PDT, anunciou que a obra deve ser entregue em dezembro deste ano, ao lado da reforma do prédio administrativo e coincidindo com o início do funcionamento da TV Alepe. “Num momento de crise econômica e política, como este pelo qual o Brasil passa, nós estamos tendo a satisfação de autorizar a construção de uma obra de 26 milhões de reais, em que a Assembleia fez por onde reservar esse recurso, sem precisar de nenhum valor adicional.”
Iniciada em 2012, a obra ficou paralisada durante um ano, porque a então empresa responsável, Pottencial, não teve condições financeiras de concluir o trabalho. Em nova licitação, a construtora Celi foi a escolhida para finalizar a edificação. O diretor operacional da empresa, Holon Fonseca Filho, falou sobre as expectativas desta parceria. “São dez meses que o Presidente nos pediu para terminar a obra. Na realidade, o prazo ideal para se fazer essa obra são 14 meses, que é o prazo do contrato. Mas nós vamos promover meios para antecipar esse prazo. Lógico que isso impõe uma série de medidas que nós vamos começar a estudar a partir de agora, do momento de assinatura do contrato, e nós vamos começar a nos aprofundar em tudo o que for necessário para poder levar adiante essa empreitada difícil.”
O primeiro-secretário da Alepe, deputado Diogo Moraes, do PSB, afirmou que vai fazer um acompanhamento permanente da obra. “Nós iremos monitorar semanalmente a obra com um acompanhamento da fiscalizadora, na presença da superintendente Administrativa, para também, junto com a construtora, a gente poder liberar aquilo que estiver faltando. Ou seja, as dificuldades do dia a dia que estiverem dependendo da Superintendência Administrativa, nós iremos fazer um calendário semanal para resolver com a construtora e com a fiscalizadora.”
Com o término da construção do novo Plenário, a Alepe deverá iniciar a restauração do Museu Palácio Joaquim Nabuco.

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