A Assembleia Legislativa de Pernambuco ganhou um novo colegiado permanente nesta segunda, com a instalação da Comissão de Defesa da Pessoa com Deficiência e Atipicidades. O objetivo é focar na integração e luta por direitos dessa parcela da sociedade, como pontuou a deputada Dani Portela, do PSOL.
Integrante do grupo, a parlamentar lamentou que os dados estatísticos hoje não sejam atualizados em relação às pessoas com deficiência, mas enfatizou que os últimos censos apontam um percentual que atinge quase dez por cento da população pernambucana. “O mais importante é que todos os projetos sejam discutidos de maneira transversal, pois a luta pelo anti capacitismo e pela inclusão é importante para entender que o capacitismo coloca limites e quando a gente fala de acessibilidade não é apenas em rampas e espaços físicos, mas toda espécie de acesso, já que as pessoas com deficiência são jovens, mulheres, idosos, LGBT+, que precisam ter acesso a saúde, emprego, lazer, educação, transporte, renda, a cultura e políticas de moradia”.
A reunião foi presidida pelo deputado Sileno Guedes, do PSB. Como não houve a presença de todos os titulares, quórum exigido pelo regimento interno da Alepe para eleger presidente e vice-presidente, um novo encontro do grupo foi convocado para esta terça-feira. Na segunda convocação, o quórum para eleição é de maioria absoluta.
Assim como a Comissão de Defesa da Pessoa com Deficiência, outros oito Colegiados foram instalados nesta segunda e devem escolher presidente e vice-presidente também na terça. São eles: Assuntos Municipais, Meio Ambiente, Saúde, Ciência e Tecnologia, Cidadania, Desenvolvimento Econômico, Assuntos Internacionais, Mulher e Segurança Pública. A Comissão de Educação e Cultura também foi instalada, já com atribuições ampliadas para incorporar as pautas de Esporte e Lazer.
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