Deputados criticam aumento do IPTU

Em 15/11/2001 - 00:00
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Deputados criticam aumento do IPTU O artigo do ex-governador Jarbas Passarinho, intitulado “O PT, FHC e a ética”, publicado no último dia 31, no jornal Correio Braziliense, será incluído nos anais da Assembléia, a pedido do deputado Augusto Coutinho (PFL). Coutinho citou trechos do artigo para ilustrar seu pronunciamento sobre a “falta de coerência no discurso do PT”. O líder do PFL questionou o reajuste de 7,19% para o IPTU 2002, e o caso do secretário de Serviços Públicos da Prefeitura do Recife, José Ailton de Lima, que terá que devolver aos cofres públicos municipais R$ 42.390,00 por ter acumulado o cargo durante nove meses com a função de engenheiro da Chesf.O deputado afirmou que, como ex-secretário da Prefeitura do Recife, não vê justificativas para o aumento. “O Recife foi entregue ao atual prefeito em ótimas condições financeiras, com suas contas saneadas e cumprindo rigorosamente a Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou Coutinho. Em aparte, o deputado João Braga (PV) concordou com o questionamento de Coutinho e fez um alerta ao pr efeito. “Conheço João Paulo e sei que é um homem sério, honesto. Mas acredito que esses problemas poderiam ser evitados, e que eles são causados pela fragilidade da equipe que o cerca ou pela falta de experiência com esses assuntos”, disse Braga.O deputado Antônio Mariano (PFL) desafiou os deputados petistas, que não estavam presentes, a justificarem, na segunda-feira, os escândalos que envolvem a prefeitura. “Os jornais de hoje trazem três denúncias contra o governo petista: o caso do secretário que recebia dois salários, o aumento do IPTU e a confusão entre o prefeito e secretária Tânia Bacelar, que não conseguem se entender no caso do terreno na Torre. Eles vivem dizendo que os outros partidos têm telhado de vidro, mas eles não têm mais nem telhado”, concluiu.FHC E FMI – Pedro Eurico também fez um pronunciamento sobre o assunto.

Disse que um prefeito de outro partido seria acusado de “fantoche de FHC que reza na cartilha do FMI”.