A não-apreciação de dois de seus projetos na Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ) levou a deputada Dilma Lins (PL) a discordar, no Plenário, da decisão do colegiado. A parlamentar disse que “a atitude da CCLJ é, no mínimo, discriminatória”. As propostas, segundo ela, tinham como objetivo beneficiar agricultores de baixa renda e idosos vítimas de violência. Dilma Lins declarou que o resultado “invalidou um trabalho destinado a favorecer as classes menos assistidas da sociedade”.
O presidente da comissão, deputado Antônio Moraes (PSDB), enfatizou que o colegiado “agiu conforme determina o Regimento Interno e que, em nenhum momento, houve discriminação contra a deputada”.
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