Teresa pede atenção ao caso Braspérola

Em 28/08/2003 - 00:00
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No dia primeiro de agosto de 2001 a empresa Braspérola/Têxtil Braslinho S/A, localizada em Camaragibe, resolveu encerrar suas atividades industriais.

Contando com a presença de profissionais e de representante do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Fiação e Tecelagem do Recife, Camaragibe, São Lourenço da Mata, Timbaúba, Cabo e Jaboatão, a deputada Teresa Leitão (PT) pediu, ontem, atenção da Assembléia para a questão, pois, conforme ela, o fechamento da indústria deixou mais de 680 empregados sem trabalho, salários ou verbas rescisórias.

A parlamentar ressaltou que, desde quando a empresa fechou, vem se apresentando propostas para que o Parque seja ativado. “Foi sugerido um programa de auto-gestão ou cooperativa entre os funcionários”, lembrou. Ela afirmou, também, que a Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (ADDiper) ficou de ouvir uma empresa francesa que apresentou um projeto de compra da Braspérola ao sindicato. “É preciso que a ADDiper se preocupe com a indústria e os seus empregados inativos. A volta das atividades gera desenvolvimento ao Estado e qualidade de vida ao povo. O crescimento econômico tem que ser parelho ao progresso humano”, observou.

A Braspérola, segundo a petista, tinha como carro-chefe os tecidos de linhos (100%) e mistos com poliéster modal e tencel. A empresa possuía, também, linhas de produção destinadas ao beneficiamento de fibra de algodão (100%) e mistos, para formação de fios para tecidos planos e malharia, produzindo, mensalmente, 450 toneladas de fios e 500 mil metros de tecidos.