CPI da Água Mineral ouve a CPRH e a Sefaz A CPI da Água Mineral se reuniu ontem no plenarinho II, da Alepe, para discutir as irregularidades no setor. Foram ouvidos o gerente do segmento de bebidas da Secretaria da Fazenda (Sefaz), Roberto Abreu, e o presidente da CPRH, Edrise Aires Fragoso, que prestaram esclarecimentos sobre o controle da qualidade da água. Na pauta também estavam a falsificação de rótulos de garrafões de água, a investigação de fontes clandestinas e as possíveis soluções a serem apresentadas pela CPI.Fragoso falou das responsabilidades da CPRH sobre a fiscalização do produto: “Nós atuamos apenas na preservação ambiental das fontes e mananciais, quem cuida do armazenamento e a distribuição da água é a Vigilância Sanitária”, declarou. A confusão em torno da área de atuação dos órgãos envolvidos, tais como a Secretaria de Recursos Hídricos, a Vigilância e o CPRH, foi tema de comentário do deputado Sebastião Rufino (PFL). “Só existem empresas clandestinas de água mineral porque a fiscalização é falha. Os órgãos responsáveis não trabalham entre si, uma empresa pode estar cadastrada em um e não constar no outro, dificultando a ação”, reclamou o parlamentar.Abreu lembrou da dificuldade de tributar as empresas do setor e o deputado Antônio de Pádua (PMDB), defendeu a criação de uim selo de qualidade para garantir o controle da água consumida pela população.
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